đš PROFESSORA Ă ENCONTRADA MORTA E SEMIENTERRADA EM CAMOCIM; POLĂCIA INVESTIGA POSSĂVEL FEMINICĂDIO
A cidade de Camocim, no litoral oeste do CearĂĄ, amanheceu assustado nesta quarta-feira (03) com a descoberta do corpo da professora Maria EtelvĂąnia Monteiro de Arruda, de 52 anos, conhecida popularmente como âMocinhaâ.
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O corpo da vĂtima foi localizado Ă s margens da Avenida da Universidade, no bairro Tijuca, parcialmente enterrado em uma cova rasa e em estado seminu, em uma cena que chocou moradores da regiĂŁo e mobilizou as forças de segurança.
Segundo informaçÔes preliminares, Maria EtelvĂąnia estava desaparecida desde a noite da Ășltima terça-feira (02), apĂłs sair de casa e nĂŁo retornar. Durante as buscas, familiares e conhecidos chegaram a divulgar pedidos de informação nas redes sociais.
Elementos encontrados pela polĂcia reforçam a suspeita de um crime brutal. As chinelas da vĂtima estavam espalhadas pela via pĂșblica e o aparelho celular foi localizado abandonado na regiĂŁo da Praia do Farol, do outro lado da cidade, circunstĂąncias que levantam a hipĂłtese de feminicĂdio.
Equipes da PolĂcia Militar e da PerĂcia Forense do Estado do CearĂĄ (Pefoce) estiveram no local realizando os primeiros levantamentos periciais. O caso passa a ser investigado pela PolĂcia Civil, que trabalha para identificar a dinĂąmica do crime, autoria e motivação.
Maria Etelvùnia atuava como professora da rede municipal de ensino, lotada na Escola de Ensino Fundamental General AntÎnio da Silva Campos. A morte da educadora gerou forte comoção entre familiares, amigos, alunos e colegas de profissão.
O crime reacende o alerta para os crescentes Ăndices de violĂȘncia contra a mulher no CearĂĄ e em todo o paĂs. Dados recentes apontam aumento dos casos de feminicĂdio no Brasil, reforçando a necessidade de medidas mais rĂgidas de prevenção e combate Ă violĂȘncia de gĂȘnero.
A PolĂcia Civil segue investigando o caso.




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